Aqui se trança?..
Há que saber!
.Há que saber?
Há
que
saber?
Em fios necessários, oportunos à trama do trabalho, no Tear 4, o texto de Lucia Montes remarca a insistência do vazio, ao modo de cada um, se há do Um, que ouve um outro.
É engraçado pensar, no 'X-te' da questão... o incógnito, que há que saber.
Da exigência do trabalho à cordialidade da forma, não há necessariamente incompatibilidade.
O cordial é o que vem do coração.
Da questão que insiste, desde o que vem da espera ativa, em movimento, até o destino que é sempre o real, do
wiederkern,
o coração da repetição...
O núcleo daquilo que se repete...
Alô? Alô?
O texto da Lúcia Montes insiste em que se
con-fie!
Confiança em que do trabalho de um analista se diga! E se escreva!
Em comum, a causa forjada na castração.
Talvez num Tear 4, onde se possa tramar, tecer e fiar, sem se fiar.
Talvez a posta em ato, de uma “justa topologia” como sugere Lacan no Seminário 8.
“Justa topologia”, que venha nos recolocando, em nossos trabalhos, e na nossa experiência, na direção da retificação do conceito de transferência.
Desde um ‘no começo era o amor’, passando pelo estrutural da constituição do sujeito, ‘no começo era o Verbo’, pela reflexão ética da direção do tratamento, via a sustentação do desejo, até um ‘no começo é o ato’, o encontro com o real, encontro essencialmente faltoso.
“Justa Topologia”, precisa, apertada, tensionada, restrita..
Pois restrita e delicada é a função do analista de seu lugar de corte, corte que pretenda privilegiar o interstício significante, e que, pelos desfiladeiros da demanda, venha a conduzir o sujeito da análise a um ponto, então, “absolutamente original”.
Alô? Alô?
Você é psicanalista?